Há muito tempo tem sido falado sobre a preparação dos profissionais do amanhã. Em fevereiro de 1998 o edifício Palace II causou dor e sofrimento. Neste episódio trágico oito pessoas morreram e identidades familiares sucumbiram-se junto aos escombros. Aparentemente, nada aprendemos com este evento. A necessidade de aperfeiçoamento na formação dos novos profissionais, principalmente aqueles que tratam diretamente da vida, a cada dia mostra-se mais clara e evidente. No mês de janeiro a queda de um prédio no centro do Rio de Janeiro levando mais dois prédios menores ilustra a que passos caminhamos. Assim como Palace II ambos trazem problemas com cálculos estruturais.
Para remediar esta deficiência o governo estuda uma medida paliativa, a meu ver, uma reversão de responsabilidade, a qual cada edifício deverá possuir um engenheiro responsável, e que este informará periodicamente a órgãos da prefeitura laudos sobre as condições estruturais do edifício em questão. Reserva de mercado, O CACETE! isto é em minha opinião prevaricação, uma vez que a prefeitura possui órgãos para fiscalizar os imóveis os quais cobra anualmente o IPTU.
A má conduta de alguns profissionais é aparente, incomoda e ofende os que dedicam-se numa pratica laboral justa, responsável e segura.

Fica uma pergunta não muito agradável de se fazer. Você caro amigo leitor, mora em edifício? Quando você contrata um bombeiro para ver o encanamento de sua residência, você agenda, recebe o profissional em sua casa e o fiscaliza, certo? Mas se o trabalho for na fachada de seu prédio, você conhece o engenheiro responsável? Ele pelo menos está inscrito no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura? #ficapensando…




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