Tóopicos com as tags 'Governador'

  • out
  • 07
  • 2011

Solução para o trânsito no RJ? helicóptero. Né, Sérgio Cabral?

Solução para o trânsito no RJ? helicóptero. Né, Sérgio Cabral?
Sérgio Cabral

Sérgio Cabral

Menos de um mês depois de ter confirmado a compra de seu sexto helicóptero, por R$ 15,2 milhões, o governo do Rio anunciou uma licitação para adquirir uma nova aeronave para uso de suas autoridades, com valor máximo de R$ 17,7 milhões. O equipamento integrará a frota da Casa Civil, usada para transportar o governador Sérgio Cabral (PMDB), o vice Luiz Fernando Pezão e secretários.

Para justificar a necessidade de deslocamentos aéreos para as autoridades do governo, o edital de concorrência afirma que “as difíceis condições de tráfego (da cidade do Rio) tendem ao agravamento, sendo muitas vezes impossível de se prever o tempo dispensado para um determinado trajeto”.

Cabral costuma usar as aeronaves do Estado para percorrer parte do trajeto entre sua residência, no Leblon, e a sede do governo, o Palácio Guanabara, em Laranjeiras. Segundo o governo, o deslocamento aéreo é necessário por motivos de tempo e segurança.

Por via terrestre, a distância entre os dois pontos é de 10 km. Quando voa, o governador percorre de carro os 2 km que separam seu apartamento da Coordenadoria Adjunta de Operações Aéreas, na Lagoa. Lá, ele embarca em um helicóptero que o transporta por 5,3 km até Laranjeiras.

O resumo da matéria foi retirado do site do Estadão. Matéria sobre a licitação de compra de mais um helicóptero anunciada por Sérgio Cabral.

Suerte, Che!

  • ago
  • 16
  • 2011

A justiça não foi silenciada!

A justiça não foi silenciada!

Em Niterói – RJ – , a Juíza Patricia Acioli, foi assassinada na porta de sua casa com 21 tiros. Ela era ameaçada por combater o crime organizado e no momento do crime estava sem escolta.

Horas antes de ter sido assassinada a juíza tinha decretado a prisão de dois PMs do 7º BPM (Alcântara) – Carlos Adílio Maciel e Sammy dos Santos Quintanilha. Segundo a Polícia Militar do Rio de Janeiro ela tinha decretado cerca de 60 prisões de PMs ligados a milícias e a grupos de extermínio.

Em denuncia feita hoje (10/08/2011) pelo jornal O Globo, a Polícia Civil teria denunciado a existência de um plano de matar a juíza Patricia Acioli à Polícia Federal.

Segundo o jornal “um policial civil da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) esteve na Polícia Federal para informar que havia um plano para executar a juíza, considerada linha-dura nos julgamentos contra PMs da banda podre de São Gonçalo. A própria Patrícia esteve, na semana anterior ao crime, na sede da Corregedoria da Polícia Militar, onde teria contado que estava sendo ameaçada por policiais do 7º BPM (São Gonçalo) e do 12º BPM (Niterói)”.

Uma denúncia recebida pelo Disque-Denúncia (2253-1177) teria apontado o crime à presos do presídio de Água Santa. Esses presos seriam ligados à exploração de máquinas de caça-níqueis em Niterói, São Gonçalo e Maricá. E, ainda segundo a denúncia, um juiz federal de Niterói e o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) seriam os próximos alvos.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, negou a ajuda da Polícia Federal na investigação do crime por entender que a “Divisão de Homicídios é bem equipada e tem policiais bem treinados”.

Quem silenciou a voz da justiça?

Quem silenciou a voz da justiça?

A ONG Rio de Paz exibiu cartazes com os dizeres “Quem silenciou a voz da justiça?”. Acho válido o protesto, mas não acho que a justiça tenha sido silenciada. Acredito que como ela existam outros juízes que cumpram com seu trabalho e prendam esses marginais.

Quem está em silencio a muito tempo e deveria voltar a fazer barulho é a população brasileira.

Suerte, Che!

 

  • jul
  • 29
  • 2011

Sérgio Cabral pressionou juiz para acelerar processos de obras do PAC

Sérgio Cabral pressionou juiz para acelerar processos de obras do PAC
Sérgio Cabral

Sérgio Cabral

O governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, pressionou o juiz João Batista Damasceno, titular da 7.ª Vara Cível de Nova Iguaçu, cobrando urgência na solução de pelo menos nove processos de desapropriação de terrenos para o Arco Rodoviário Metropolitano – maior obra em andamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Estado.

Essa pressão ocorreu com intermédio do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos. Cabral pediu para o desembargador cobrar o juiz e o desembargador mandou um auxiliar enviar um email cobrando urgnência.

Só que o juiz tomou uma atitude que Cabral não esperava. Ele elaborou um documento de 11 páginas e protocolou na presidência do tribunal uma resposta oficial à solicitação de Cabral encaminhada ao desembargador Rebêlo dos Santos.

  • jul
  • 20
  • 2011

UPAs de lata. Mas o desperdício… é de dinheiro mesmo!

UPAs de lata. Mas o desperdício... é de dinheiro mesmo!

O governo do estado do Rio de Janeiro resolveu economizar e fazer as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) em contêineres. A ideia era evitar usar alvenaria, tendo em vista que as UPAs não são hospitais, mas unidades para atender casos emergenciais sem complexidade. Por isso, não precisariam de estruturas muito complexas.

Só que isso ficou só no papel. O jornal O Globo comparou o metro quadrado das UPAs com o metro quadrado de um hospital feito pela prefeitura de São Carlos-SP (feito de alvenaria) e os resultados foram surpreendentes. As UPAs de lata saíram 25% mais caras.

Luiz Fernando "Pezão"

Luiz Fernando "Pezão"

A metalúrgica Valença foi a maior fornecedora dos módulos metálicos. Alguns dos contratos que a metalúrgica conseguiu foi com dispensa de licitação.  A empresa funciona em Barra do Piraí. Lugar onde fica localizada a Metalúrgica Barra do Piraí que também pertence ao empresário Ronald de Carvalho, amigo de Luiz Fernando Pezão – vice governador do Rio de Janeiro e ex-prefeito de Piraí.

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o vice, Luiz Fernando Pezão, envolvidos em escândalos? Esse é o Rio de Janeiro, somando forças.

Matéria completa do jornal O Globo sobre as UPAs de lata.

Suerte, Che!

  • jul
  • 05
  • 2011

Código de ética para políticos sem ética

Código de ética para políticos sem ética

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, criou um código de ética depois das inúmeras críticas pela relação com empresários.

Sérgio Cabral

Sérgio Cabral

O objetivo do código é “preservar a imagem e a reputação do agente público”. O decreto também pretende “evitar a ocorrência de situações que possam suscitar conflitos entre o interesse privado e as atribuições públicas do agente público, além criar mecanismo de consulta destinado a possibilitar o prévio e pronto esclarecimento de dúvidas quanto à correção ética de condutas específicas, e dar maior transparência às atividades da Alta Administração do governo”.

A lista de ações, que seriam enquadradas como anti-éticas pelo novo código, do governador Sérgio Cabral não para de crescer.

A última envolve o nome de Eike Batista de novo. Segundo a Folha de São Paulo, Eike teria emprestado seu jato Legacy para Sérgio Cabral viajar com sua família para as Bahamas e que isso teria gerado uma economia grande aos cofres do governador.

Engraçado é que só depois de todos esses escândalos virem a tona que ele cria o código de ética. Antes não era anti-ético fazer isso, sr. governador? Nas próximas eleições você falará desse código como se fosse uma coisa em prol da democracia e da honestidade?

Fonte da notícia da viagem às Bahamas.

Notícia da criação do código de ética.

Suerte, Che!

  • jul
  • 01
  • 2011

Só de UPP se vive uma favela?

Posted by Bug In Textos | 0 Comentário »

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, foi reeleito em outubro de 2010. Seu principal discurso e fato que o levou a eleição em primeiro turno foram as UPPs.

A população do Rio de Janeiro clamava por segurança e foi atendida com esse projeto que visava “pacificar favelas” do estado.

As UPPs foram um sucesso no primeiro governo Cabral e no segundo não conseguimos ver nada além de polícia nas favelas. Mas será que só de UPPs se vivem as favelas?

Por que jovens vão para o tráfico ou se unem a milícia? Por ver ali oportunidades que não veem na vida. E o que o governo do estado do Rio de Janeiro tem feito para dar mais oportunidades para os que moram nas favelas? Estão construindo escolas? Centros de Saúde? Áreas de lazer? Estão dando saneamento básico? Alguma coisa?

A resposta é não. Tudo o que se ouve falar é de mais policiamento.

Assista ao vídeo com o deputado Marcelo Freixo falando a respeito. Ele cita um caso que aconteceu no Rio de Janeiro onde um morador da favela foi confundido com um bandido porque estava com uma furadeira na mão (confundida com uma arma).

Imagem de Amostra do You Tube

Suerte, Che!

  • jun
  • 21
  • 2011

Sérgio Cabral viajou em jato de Eike para festa de empresário com quem tem contratos de R$ 1 bilhão

O jornal O Globo divulgou hoje uma matéria muito legal sobre os relacionamentos que os envolvidos – direta ou indiretamente – no desastre aéreo que matou a nora do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, mantém. Abaixo segue a matéria na integra.

Suerte, Che!

Sérgio Cabral

Sérgio Cabral

Três dias depois do acidente de helicóptero que caiu em Porto Seguro, matando seis pessoas – uma vítima ainda está desaparecida -, o estado quebrou o silêncio e informou na segunda-feira que o governador Sérgio Cabral viajou para o Sul da Bahia num jatinho do empresário Eike Batista, em companhia de Fernando Cavendish, dono da Delta Construções. A empresa é uma das maiores prestadoras de serviço do estado e recebeu, desde 2007, contratos que chegam a R$ 1 bilhão. Além disso, também foi informado que Cabral se dirigia com o grupo para o aniversário de Cavendish num resort, onde ficaria hospedado, mas o acidente com a aeronave interrompeu os planos. Na segunda-feira, o governador se licenciou do cargo, alegando razões particulares.

INFOGRÁFICO: o voo que terminou em tragédia

Cabral, ainda segundo o governo, embarcou no Aeroporto Santos Dumont às 17h de sexta-feira no jato Legacy de Eike. Estavam a bordo o governador, seu filho Marco Antonio e a namorada do rapaz, além de Cavendish e sua família. Após o pouso em Porto Seguro, parte do grupo embarcou no helicóptero para fazer a primeira viagem até o Jacumã Ocean Resort, de propriedade do piloto, Marcelo Mattoso de Almeida – um ex-doleiro acusado de fraude cambial há 15 anos e de crime ambiental de sua empresa, a First Class, na Praia do Iguaçu, na Ilha Grande, em Angra dos Reis. A decolagem foi às 18h31m, mas a aeronave desapareceu no mar. A última visualização de radar do helicóptero ocorreu às 18h57m. Cabral, seu filho Marco Antonio e Cavendish iriam na segunda viagem, rumo a Jacumã. A volta do governador ao Rio, na segunda-feira de manhã, foi num jatinho da Líder, pago pelo governo do estado.

Eike doou R$ 750 mil para campanha

Além de Cavendish, Eike mantém estreitas relações com o estado e com o governador. O megaempresário doou R$ 750 mil para a campanha de Cabral em 2010. Eike se comprometeu ainda a investir R$ 40 milhões no projeto das UPPs, a menina dos olhos da segurança do Rio.

Desta vez, a participação de Eike, ao oferecer o passeio até Porto Seguro, não tinha relação com projetos públicos. O motivo da viagem era o aniversário de Cavendish, comemorado sexta-feira. Os laços do empresário e da Delta com o estado foram se estreitando nos últimos anos. Se é o “príncipe do PAC” por conta do expressivo número de obras do programa federal que estão na carteira de sua empresa, Cavendish é o rei do Rio, se for considerada a generosa fatia do bolo de recursos do estado que recebeu nos últimos anos ou está prestes a abocanhar, por obras como a reforma do Maracanã ou do Arco Rodoviário, ambas estimadas em R$ 1 bilhão cada. Em 2007, no primeiro ano do governo Cabral, a Delta teve empenhos (recursos reservados para pagamento) no valor total de R$ 67,2 milhões. No ano passado, o número deu um salto de 655%, para R$ 506 milhões.

Nascida em Recife, a Delta ganhou impulso, no Rio, no governo Anthony Garotinho. Hoje ocupa posição de destaque na execução orçamentária de Cabral. Apenas em rubricas com grande concentração de obras, as cifras se agigantam: o DER empenhou em favor da empresa, no ano passado, R$ 40,1 milhões, e a Secretaria estadual de Obras, R$ 67,9 milhões. Os dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do estado (Siafem) foram levantados pelo gabinete do deputado Luiz Paulo Corrêa da Rocha (PSDB).

- Os números falam por si. O faturamento da Delta no estado é crescente e nítido – diz o deputado, ao comentar a estreita relação entre o dono da Delta e o governo do estado que vazou com o acidente de helicóptero e já repercute na Alerj.

- Após o momento doloroso, é hora de o governador dar explicações – criticou o deputado Marcelo Freixo (PSOL). – Não fica bem ele aparecer em festinhas de empreiteiros.

Quando se consideram os valores efetivamente pagos, a posição de vantagem da Delta não muda. No ano passado, somente a Secretaria de Obras pagou R$ 91 milhões à empresa, que ficou em terceiro lugar na lista das que mais receberam da pasta, que tinha orçamento de R$ 1,1 bilhão para obras e reparos. Em primeiro lugar, com 25%, ficou o Consórcio Rio Melhor (PAC nas favelas), com R$ 269 milhões. Detalhe: a Delta faz parte do consórcio com Odebrecht e OAS. Outro exemplo do longo braço da Delta é o DER. Em 2010, na rubrica obras, o órgão tinha R$ 283 milhões e pagou 30%, ou R$ 81 milhões, à Delta, que ficou com o maior pedaço do bolo.

Em maio, após romper com Cavendish, o dono de uma outra empresa da área de construção, Romênio Marcelino Machado, afirmou à “Veja” que a Delta havia contratado José Dirceu para tráfico de influência junto a líderes petistas. Segundo a revista, Cavendish, em reunião com sócios em 2009, teria dito que, “com alguns milhões, era possível comprar um senador”.

A Delta não se pronunciou e a assessoria de Eike informou que ele só se manifestará nesta terça-feira.

COLABOROU Marcelo Dias (Extra)

Matéria do jornal O Globo.

  • abr
  • 25
  • 2011

Sérgio Cabral falta ao enterro das vítimas de Realengo e é flagrado em show do U2

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, teria faltando ao enterro das vítimas de Realengo por causa de “problemas de saúde”. No mesmo dia ele foi fotografado no show do U2 em São Paulo.

Sérgio Cabral no show do U2

Sérgio Cabral no show do U2

Abaixo o vídeo comentário de Ricardo Gama.

Imagem de Amostra do You Tube

Lembram quando ele chorou por causa dos royalties do petróleo ? É, acho que ele só se emociona quando o assunto é dinheiro.

Leia esta matéria no blog do Ricardo Gama.

Suerte, Che!