
UNESCO
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) fundou-se a 16 de Novembro de 1945 com o objectivo de contribuir para a paz e segurança no mundo mediante a educação, a ciência, a cultura e as comunicações.
Seu principal objetivo é reduzir o analfabetismo no mundo. Para isso a UNESCO financia a formação de professores, uma de suas atividades mais antigas, e cria escolas em regiões de refugiados.
Os Estados Unidos anunciaram ontem (31.10.2011) que vão deixar de depositar fundos para a Unesco, após a agência da ONU ter admitido a Palestina como membro pleno.
“Tínhamos de fazer um pagamento de US$ 60 milhões à Unesco em novembro e não vamos fazer”, disse Victoria Nuland, porta-voz do Departamento de Estado, em entrevista.
Washington se opõe ao pedido palestino de uma cadeira na ONU sob o argumento de que isso não ajudaria nos esforços de reviver as negociações de paz com Israel, que sofreram colapso no ano passado.
O financiamento americano equivale a pouco mais de 20% das verbas totais da Unesco.
A adesão palestina foi aprovada por 107 votos a favor, 52 abstenções e 14 contra.
EUA, Canadá e Alemanha votaram contra. Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul e França, entre outros, votaram a favor. O Reino Unido se absteve.
“Israel rejeita a decisão da Assembleia Geral da Unesco (…) aceitando a Palestina como Estado membro da organização”, afirma um comunicado do ministério das Relações Exteriores, ao estimar que “se trata de uma manobra palestina unilateral que não mudará nada no terreno, mas que afasta a possibilidade de um acordo de paz”.
Cortar verbas de uma organização que visa instaurar a paz sobre o pretexto de que a entrada da Palestina “não ajudaria nos esforços de reviver as negociações de paz com Israel, que sofreram colapso no ano passado.” é ridículo.
Os EUA deveriam assumir que estão quebrados e que a maioria de seus banqueiros são judeus e parar de desculpinhas.
Suerte, Che!
Últimos Cometários